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A luneta mágica [Reading] ➸ A luneta mágica ➮ Joaquim Manuel de Macedo – Capitalsoftworks.co.uk As desventuras de Simplício duplamente míope míope física e moralmente Nessa divertida fábula o autor reflete sobre o bem e o mal e tece críticas mordazes à sociedade urbana do século XIX Text As desventuras de Simplício duplamente míope míope física e moralmente Nessa divertida fábula o autor reflete sobre o bem e o mal e tece críticas mordazes à sociedade urbana do século XIX Texto integral enriuecido com notas explicativas Suplemento de Leitura com uestões dos grandes vestibulares.


8 thoughts on “A luneta mágica

  1. Luciana Darce Luciana Darce says:

    De todos os livros ue nos foram impostos nos tempos de segundo grau o preferido – meu e de muitos colegas da época – era A Moreninha de Joauim Manuel de Macedo É uma história gostosa de ler extremamente charmosa com seus bailes e saraus rapazes de casaca flertes inocentes promessas e filosofias de amor na linha de Don Juan de Marco Há inclusive um filme inspirado no livro com Sonia Braga no papel principal o ual perdi a conta de uantas vezes assisti e ue sempre me faz uerer sair cantando por aí “Pauetá Pauetá” Assim como meu objetivo desse mês era fugir do óbvio Machado Alencar Jorge Amado Graciliano Ramos escolhi esse título mais obscuro para o Desafio Literário 2011 e por coincidência pouco depois de tê lo colocado na lista ganhei o bendito num sorteio Comecei o livro cheio de expectativas e lá pelas tantas estava avançando uase ue obrigada só por teimosia mesmo porue detesto começar um livro e largá lo sem saber o final Na verdade talvez se ele não fosse para o DL eu teria pulado direto para o último capítulo Mas persisti e dos persistentes será o reino dos céus acho ue estou confundindo alguma coisa aui A Luneta Mágica uer se reputar uma fábula moralista Para tanto serve se de um protagonista “míope física e moralmente” ue recebe das mãos de um mago armênio ?? lunetas ue permitem enxergar a essência de todas as coisas e pessoas ??? – sucessivamente uma ue lhe dá a visão apenas do mal outra ue lhe dá a visão apenas do bem e a terceira ue lhe proporciona a visão do bom senso Por ue cargas d’água um armênio? E por ue lunetas? Eu sou míope e não enxergo um palmo adiante do nariz e certamente não gostaria de lunetas Não são práticas Porue não pelo menos um pince nez? Isso não tem lógica Assim Simplício ue além de cego é puro de coração – reproduzindo a idéia de ue a ignorância se euivale à inocência – enxerga primeiro apenas vaidade ambição e egoísmo depois apenas nobreza amor e desprendimento até ue se alcance um euilíbrio Esse euilíbrio porém não é encontrado a partir das experiências pelas uais passa Simplício Basicamente ele não muda sendo apenas levado por auilo ue cada luneta lhe mostra sem nunca tirar uma lição de nada disso Por si só o livro já é enfadonho Mas ao elaborar uma teoria de moralismo ue não se sustenta pelo aprendizado e aperfeiçoamento mas pela ignorância do protagonista apoiado nas ‘muletas’ ue são suas lunetas – e ue se enxerga em vários momentos como Eva sendo tentada no Paraíso – ele me decepcionou muito Preferia ter continuado com os saraus românticos e moças casadoiras


  2. Carlos Silva Carlos Silva says:

    Temos aui um belo paralelo entre o amor idílico o amor sonhadoamor vulgar o amor de minuto de A Moreninha e como não devemos de viver julgando em extremos as coisas ue nos cerca em A Luneta Mágica lido em edição conjunta com as duas históriasAlém e uase mais importante é ver como o autor em suas entrelinhas em alguns momentos uase linhas gerais demonstra como a sociedade e em alguns pontos o governo não mudou muita coisa nesses anos todos


  3. Thiago Lee Thiago Lee says:

    É uma nota mais calcada em saudosismo pela importância ue esse livro teve na minha vida ue uma análise fria


  4. Pedro Mendonça Assunção Pedro Mendonça Assunção says:

    35


  5. Rafael Duarte Rafael Duarte says:

    A história é muito bem narrada Só achei ue era longa e detalhada demais pra uma mensagem tão simples Mesmo assim vale a leitura Clássicos são sempre clássicos


  6. Beatriz Almeida Beatriz Almeida says:

    Já imaginou se você pudesse ver as coisas e as pessoas não pela aparência e sim pela personalidade pelo interior? Seria ótimo descobrir se certo individuo ue você tanto confia é um crápula Ou ue auela mulher ue você considera feia e estúpida tem um bom coração Esse é o tema tratado no livro A Luneta Mágica escrito por Joauim Manoel de Macedo em 1869O personagem principal é Simplício um míope dependente de sua família ue consiste em um irmão uma prima e uma tia O próprio se assume míope duplamente “Miopia física — a duas polegadas de distância dos olhos não distingo um girassol de uma violeta” “Miopia moral — sou sempre escravo das ideias dos outros; porue nunca pude ajustar duas ideias minhas” Amo essa descrição da miopia moral faz nos pensar se dependemos de opiniões alheiasDepois de tanto sofrimento se sentindo um fardo para a família um amigo de trabalho leva Simplício a um mágico o Armênio o único ue pode ajudá lo E então o livro se divide em três belas partesA primeira é uando Armênio faz uma luneta para Simplício mas é um acessório diferente pois se ele fixar por mais de 03 minutos o olhar em ualuer coisa ou pessoa ele verá o mal só o lado podre de tudo e todos Ele desobedece à ordem do mágico de nunca fazer isso e vê maldade até no por do sol “vi o sol — não formoso — mas cheio de manchas; vi o sol — não fonte de vida — mas senti a sua força atrativa forjando só os terremotos os cataclismos o horror” sendo assim torna se inimigo da população e vira um antissocial com medo de ser sempre enganado por todos até ue não aguenta mais e PLAFT uebra a lunetaClaro uem enxerga uma vez uer enxergar sempre Na designada segunda parte Simplício volta ao mágico ue lhe faz outra luneta dessa vez se ele fixar por mais de 03 minutos verá a bondade em todos os seres e coisas ele promete ue dessa vez não vai descumprir a ordem “Beijei mil vezes a minha luneta mágica e mil vezes jurei ue seria acautelado e prudente ue me contentaria com a visão das aparências e ue nunca iria além de três minutos procurar a visão do bem” mas é tomado novamente pela curiosidade e desata a ter uma visão exagerada de sentimentos bons emanados por todos Como conseuência é tratado como um tolo o ual anda com más companhias e dá dinheiro a rodo E mais uma vez PLAFT O objeto mágico é uebradoApós a experiência entre o bem e o mal Simplício recebe a luneta do bom senso Nessa terceira parte ele não nos diz sobre suas experiências mas alega ue com ela vive feliz diz sobre a reflexão em meio a tanto sofrimento e desespero assuntos universalmente filosóficos Chega a ser um livro cômico uma critica a sociedade É o tipo de livro ue você vive lado a lado com o personagem chega a sentir os mesmos sentimentos daueles ue você passa madrugadas sem sentir sono algum “Então juro ue conservarei a luneta do bom senso por toda a minha vida”Mais resenhas em wwwueridaprateleiracombr


  7. Gláucia Renata Gláucia Renata says:

    Simplício é portador de dupla miopia física e moral e desejoso de enxergar consegue uma luneta com poderes mágicos a de visualizar ou exclusivamente o bem ou o mal em cada criatura na ual fixe o olhar por mais de três minutos E descobre os inconvenientes de uma visão desprovida de bom senso Livro com tema interessante com algum humor e crítica sutil


  8. Antonio de Medeiros Antonio de Medeiros says:

    Mais conhecido como o autor do romance A Moreninha nessa fábula A Luneta Mágica Joauim Manuel de Macedo nos ensina a não sermos maniueístasSimplício é um homem míope moralmente e fisicamente ue consegue uma luneta mágica ue o permite ver as pessoas além da superfície observar o caráter das pessoas Um texto divertido e crítico da realidade política e social do Segundo Impérioporue em todo homem há bem e há mal há boas e más ualidades e nem pode ser de outro modo porue em sua imperfeição a natureza humana é essencialmente assimPor mais singelo ue nos possa parecer esse adágio muitas vezes ficamos cegos a ele ao avaliar uma pessoa ou o comportamento de alguém Merece uma leitura


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8 thoughts on “A luneta mágica

  1. Luciana Darce Luciana Darce says:

    De todos os livros ue nos foram impostos nos tempos de segundo grau o preferido – meu e de muitos colegas da época – era A Moreninha de Joauim Manuel de Macedo É uma história gostosa de ler extremamente charmosa com seus bailes e saraus rapazes de casaca flertes inocentes promessas e filosofias de amor na linha de Don Juan de Marco Há inclusive um filme inspirado no livro com Sonia Braga no papel principal o ual perdi a conta de uantas vezes assisti e ue sempre me faz uerer sair cantando por aí “Pauetá Pauetá” Assim como meu objetivo desse mês era fugir do óbvio Machado Alencar Jorge Amado Graciliano Ramos escolhi esse título mais obscuro para o Desafio Literário 2011 e por coincidência pouco depois de tê lo colocado na lista ganhei o bendito num sorteio Comecei o livro cheio de expectativas e lá pelas tantas estava avançando uase ue obrigada só por teimosia mesmo porue detesto começar um livro e largá lo sem saber o final Na verdade talvez se ele não fosse para o DL eu teria pulado direto para o último capítulo Mas persisti e dos persistentes será o reino dos céus acho ue estou confundindo alguma coisa aui A Luneta Mágica uer se reputar uma fábula moralista Para tanto serve se de um protagonista “míope física e moralmente” ue recebe das mãos de um mago armênio ?? lunetas ue permitem enxergar a essência de todas as coisas e pessoas ??? – sucessivamente uma ue lhe dá a visão apenas do mal outra ue lhe dá a visão apenas do bem e a terceira ue lhe proporciona a visão do bom senso Por ue cargas d’água um armênio? E por ue lunetas? Eu sou míope e não enxergo um palmo adiante do nariz e certamente não gostaria de lunetas Não são práticas Porue não pelo menos um pince nez? Isso não tem lógica Assim Simplício ue além de cego é puro de coração – reproduzindo a idéia de ue a ignorância se euivale à inocência – enxerga primeiro apenas vaidade ambição e egoísmo depois apenas nobreza amor e desprendimento até ue se alcance um euilíbrio Esse euilíbrio porém não é encontrado a partir das experiências pelas uais passa Simplício Basicamente ele não muda sendo apenas levado por auilo ue cada luneta lhe mostra sem nunca tirar uma lição de nada disso Por si só o livro já é enfadonho Mas ao elaborar uma teoria de moralismo ue não se sustenta pelo aprendizado e aperfeiçoamento mas pela ignorância do protagonista apoiado nas ‘muletas’ ue são suas lunetas – e ue se enxerga em vários momentos como Eva sendo tentada no Paraíso – ele me decepcionou muito Preferia ter continuado com os saraus românticos e moças casadoiras

  2. Carlos Silva Carlos Silva says:

    Temos aui um belo paralelo entre o amor idílico o amor sonhadoamor vulgar o amor de minuto de A Moreninha e como não devemos de viver julgando em extremos as coisas ue nos cerca em A Luneta Mágica lido em edição conjunta com as duas históriasAlém e uase mais importante é ver como o autor em suas entrelinhas em alguns momentos uase linhas gerais demonstra como a sociedade e em alguns pontos o governo não mudou muita coisa nesses anos todos

  3. Thiago Lee Thiago Lee says:

    É uma nota mais calcada em saudosismo pela importância ue esse livro teve na minha vida ue uma análise fria

  4. Pedro Mendonça Assunção Pedro Mendonça Assunção says:

    35

  5. Rafael Duarte Rafael Duarte says:

    A história é muito bem narrada Só achei ue era longa e detalhada demais pra uma mensagem tão simples Mesmo assim vale a leitura Clássicos são sempre clássicos

  6. Beatriz Almeida Beatriz Almeida says:

    Já imaginou se você pudesse ver as coisas e as pessoas não pela aparência e sim pela personalidade pelo interior? Seria ótimo descobrir se certo individuo ue você tanto confia é um crápula Ou ue auela mulher ue você considera feia e estúpida tem um bom coração Esse é o tema tratado no livro A Luneta Mágica escrito por Joauim Manoel de Macedo em 1869O personagem principal é Simplício um míope dependente de sua família ue consiste em um irmão uma prima e uma tia O próprio se assume míope duplamente “Miopia física — a duas polegadas de distância dos olhos não distingo um girassol de uma violeta” “Miopia moral — sou sempre escravo das ideias dos outros; porue nunca pude ajustar duas ideias minhas” Amo essa descrição da miopia moral faz nos pensar se dependemos de opiniões alheiasDepois de tanto sofrimento se sentindo um fardo para a família um amigo de trabalho leva Simplício a um mágico o Armênio o único ue pode ajudá lo E então o livro se divide em três belas partesA primeira é uando Armênio faz uma luneta para Simplício mas é um acessório diferente pois se ele fixar por mais de 03 minutos o olhar em ualuer coisa ou pessoa ele verá o mal só o lado podre de tudo e todos Ele desobedece à ordem do mágico de nunca fazer isso e vê maldade até no por do sol “vi o sol — não formoso — mas cheio de manchas; vi o sol — não fonte de vida — mas senti a sua força atrativa forjando só os terremotos os cataclismos o horror” sendo assim torna se inimigo da população e vira um antissocial com medo de ser sempre enganado por todos até ue não aguenta mais e PLAFT uebra a lunetaClaro uem enxerga uma vez uer enxergar sempre Na designada segunda parte Simplício volta ao mágico ue lhe faz outra luneta dessa vez se ele fixar por mais de 03 minutos verá a bondade em todos os seres e coisas ele promete ue dessa vez não vai descumprir a ordem “Beijei mil vezes a minha luneta mágica e mil vezes jurei ue seria acautelado e prudente ue me contentaria com a visão das aparências e ue nunca iria além de três minutos procurar a visão do bem” mas é tomado novamente pela curiosidade e desata a ter uma visão exagerada de sentimentos bons emanados por todos Como conseuência é tratado como um tolo o ual anda com más companhias e dá dinheiro a rodo E mais uma vez PLAFT O objeto mágico é uebradoApós a experiência entre o bem e o mal Simplício recebe a luneta do bom senso Nessa terceira parte ele não nos diz sobre suas experiências mas alega ue com ela vive feliz diz sobre a reflexão em meio a tanto sofrimento e desespero assuntos universalmente filosóficos Chega a ser um livro cômico uma critica a sociedade É o tipo de livro ue você vive lado a lado com o personagem chega a sentir os mesmos sentimentos daueles ue você passa madrugadas sem sentir sono algum “Então juro ue conservarei a luneta do bom senso por toda a minha vida”Mais resenhas em wwwueridaprateleiracombr

  7. Gláucia Renata Gláucia Renata says:

    Simplício é portador de dupla miopia física e moral e desejoso de enxergar consegue uma luneta com poderes mágicos a de visualizar ou exclusivamente o bem ou o mal em cada criatura na ual fixe o olhar por mais de três minutos E descobre os inconvenientes de uma visão desprovida de bom senso Livro com tema interessante com algum humor e crítica sutil

  8. Antonio de Medeiros Antonio de Medeiros says:

    Mais conhecido como o autor do romance A Moreninha nessa fábula A Luneta Mágica Joauim Manuel de Macedo nos ensina a não sermos maniueístasSimplício é um homem míope moralmente e fisicamente ue consegue uma luneta mágica ue o permite ver as pessoas além da superfície observar o caráter das pessoas Um texto divertido e crítico da realidade política e social do Segundo Impérioporue em todo homem há bem e há mal há boas e más ualidades e nem pode ser de outro modo porue em sua imperfeição a natureza humana é essencialmente assimPor mais singelo ue nos possa parecer esse adágio muitas vezes ficamos cegos a ele ao avaliar uma pessoa ou o comportamento de alguém Merece uma leitura

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